quarta-feira, 18 de abril de 2007

Hábitos e atitudes

Mãe é um bicho engraçado.
É um bicho que sempre que freia abruptamente,

leva a mão ao banco do passageiro, num gesto de proteção.
Mesmo que esteja sozinha no carro.

23 comentários:

Rodolfo disse...

Como eu não posso ser mãe, só levo a mão ao banco do passageiro quando vou fazer baliza.

MH disse...

minha mãe levou anos pra parar de fazer isso. Minha avó ainda faz. Proteção total...

Luci disse...

medida de precaução pouca usada por mim!
agora, pra fazer baliza é a pose clássica!
bjs!
falei de vc. no 100!

imã disse...

Não é coisa só de mãe, não... acho que é coisa de "menina no volante".
Ponho a mão até pra segurar a bolsa quando freio abruptamente.

Anônimo disse...

Eu faço isso!!! Mas é pra segurar a bolsa, agenda, livros e cacarecos afins. O filho que anda no banco da frente, ele é que me segura agora.

Bjs. Rosana.

imã disse...

... e esqueci de colocá-la escondida atrás do meu banco.

Anna disse...

Eu sempre faço isso tb... Mas por enquanto é para segurar a bolsa, agenda, telefone, etc.
Mesmo quando não tem nada no banco do passageiro tenho o impulso e faço isso...
Uma vez, quando estava dando carona a um amigo, precisei freiar abruptamente e acabei colocando a mão na perna dele... passei anos ouvindo ele contar pra turma que eu tentei assediá-lo...
Por mais que eu tentasse explicar a minha versão do acontecido, a versão dele sempre chamava mais atenção...
Beijo,
*Anna*

Ana Téjo disse...

Rodolfo,
Mas aí não vale porque você leva a mão à parte de trás do banco, apenas para se apoiar e não à frente, para proteger. Talvez quando for pai...

mh,
Acho que eu não vou parar nunca. Faço até no banco vazio (e acabo protegendo o celular, a caixa de lenço de papel...)

Ana Téjo disse...

Luci,
Você deve frear com menos violência que eu.
Vou lá "me" ver! 100 Querer, 100 Querer, já estou me sentindo a Rainha da Cocada.

Imã,
Não vale, porque o seu gesto de proteção é com o vidro. Afinal, se a sua bolsa, pesando o que eu sei que pesa, voar numa freada, vai parar no alto do Pão de Açúcar!

Ana Téjo disse...

Rosana,
Afinal, filho a gente sempre pode costurar, né?
Menino de responsa, esse seu. Que orgulho!

Imã,
E aposto que também esqueceu da bolsa do ladrão. Tsc, tsc, tsc!

Ana Téjo disse...

*Anna*,
Da próxima vez, diga que fez isso para proteger o "seu" patrimônio e que a cabeça dele é tão dura, que se batesse, certamente iria quebrar o vidro!

LED disse...

Ana - não é coisa de Mãe e sim coisa de Pais, em geral. Ou Tios, ou Padrinhos, como no meu caso, que fui Tio muito antes de ser Pai. E não é a mão somente e sim o braço, de forma instintiva e automática.

Outra coisa, não faz muito tempo assim que o cinto de segurança começou a ser item obrigatório. Acreditem, a obrigatoriedade de cinto de segurança no Brasil, para aqueles que não se lembram, começou de forma municipal, em São Paulo, quando o Maluf (sim, ele mesmo) foi Prefeito. Não demorou pra virar Lei federal. Antes da Lei, era um acessório opcional e, caro. Antes disto ainda, só o braço do condutor, e quando consciencioso.

Desconfortável? Sim, mas não tanto quanto a repressão pela multa, que atinge diretamente a parte mais sensível do corpo. Lançaram alarmes que avisavam quando o cinto não estava devidamente afivelado. Os mais incomodados chegaram a lançar “pregadores” para não apertar a barriga de chope (ou de grávida), e até uma camiseta, tipo vascaína, com uma faixa preta transversal simulando o cinto... tst tst tst

Portanto, antes da era do cinto a segurança do passageiro infante limitava-se quase que exclusivamente quando o motorista pensava: sinto que há perigo! Daí o braço, instintivamente, até hoje quando, mesmo com o cinto, agora com c, é fato consumado!

Nota 1: infantes nunca alcançaram o PQP.

Nota 2: sou sempre alertado em por o cinto, o que nem sempre obedeço. Mas sempre agradeço e retribuo, protegendo com meu braço quem me avisa, e me quer bem.

Ana Téjo disse...

LED,
Esqueceu de mencionar que os cintos, quando começaram, não eram retráteis e confortabilíssimos como são hoje. Lembro de cintos de Corcel, de Brasília e até dos modernos Passat que imobilizavam a criatura de um jeito, que não dava nem pra alcançar o porta-luvas.

Infantes que não alcançam o PQP devem, na minha modesta opinião, andar, necessariamente, no banco de trás. E mais: o PQP é um conforto meramente psicológico porque, em caso de batida, não segura nada. Nem a onda.

Sobre você e os cintos, um dia eu consigo, se Deus quiser.

Morg disse...

eu sempre faço isso, embora filhotes só andem no banco de tras e com cinto rs!

ana descobri que vc tinha o link do meu antigo blog o Batendo asas, acho que nunca tinha vindo aqui, mais adorei o que encontrei.a Luci sempre me mostra gente bacana

beijo

Ana Téjo disse...

Morg,
De fato, você nunca tinha vindo "aqui", mas ia sempre no "Respira pela Barriga", lembra? Pois é. Voltei!

Anna disse...

Boa dica, Ana.
Não vou esquecer de usá-la na próxima vez que ele insistir em vir com essa história...
Beijo
*Anna*

LED disse...

Ana - realmente, não lembrei destes cintos de Corcel e outros bólidos desta época....rsss
Concordo quanto aos infantes no banco de trás, aliás, cada dia que passa mais eu quero é ir atrás também....rs

Ana Téjo disse...

LED,
Por algum motivo, eu já imaginava...

Morg disse...

MENINA QUE ALEGRIA!!!!!!!!

SABE QUE QUANDO OLHEI SEU PERFIL E VI UM DOS BLOGS FALA PELO COTOVELO ME LEMBREI DO OUTRO PERFIL QUE TINHA NO RESPIRA AI FIQUEI COM TODAS AS PULGAS ATRÁS DA ORELHA

BOM QUE TE REENCONTREI

BEIJO!!!!!!!!!

Ana Téjo disse...

Morg,
Bom, né? Também estou feliz.
Sejamos bem vindas!

Joana disse...

Pois é...é mesmo assim! Esses hábitos de mães já não se perdem nunca! :) bjinhos

mc disse...

Gente, outro dia me peguei fazendo isso sozinha no carro, e olha q nem mae eu sou! acho q meu instinto maternal desabrochou com a chegada da Flor (mesmo q ela nao seja minha filha - eu sou so a tia legal)

Ana Téjo disse...

Joana,
Ainda bem, não é?

MC,
Acho que instinto maternal é uma coisa que nasce com as mulheres.